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Gilmar Mendes quer explicação da PGR sobre ameaças de golpe

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Procuradoria-geral da República (PGR) nesta terça-feira, 27, pedido à instituição se manifestar sobre quatro petições.

As ações movidas por parlamentares e advogados pedem que o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, seja investigado por ameaças das eleições de 2022.

Conforme o Estadão, o ministro expressou o “golpe” ao presidente da Câmara dos Deputados.

Como mostrou o Estadão, o ministro declarou a um importante interlocutor político do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que ele dissesse “a quem interessar” que as Forças Armadas não estarão dispostas a permitir a realização dos pleitos estadual e federal no ano que vem sem a adoção do voto impresso.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), de autoria da deputada bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF). Dessa forma, pede a inclusão de impressoras na urna eletrônica a fim de criar uma nova etapa de auditagem dos votos, atualmente encontra-se em tramitação na Câmara.

A pauta, porém, tende a não ser aprovada nem mesmo na Comissão Especial que analisa o projeto.

No último dia 22 de julho, dia em que a reportagem do Estadão foi veiculada, o ministro Gilmar Mendes usou as redes sociais para rechaçar quaisquer tentativas de ruptura institucional por parte das Forças Armadas a fim de garantir o voto impresso.

“Os representantes das Forças Armadas devem respeitar os meios institucionais do debate sobre a urna eletrônica. Política é feita com argumentos, contraposição de ideias e, sobretudo, respeito à Constituição. Na nossa democracia, não há espaço para coações autoritárias armadas”, escreveu o ministro.

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